Retalhos de Cetim ;

Egípcia, esfinge, a gueixa das queixas! A Rosa vadia, a doida e doída.

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26 Jul 2014, Sat (39)
Seu beijo nos meus olhos, seus pés
Que o chão sequer não tocam
A seda a roçar no quarto escuro
E a réstia sob a porta
Onde é que você some?
Que horas você volta?
— Chico Buarque.

26 Jul 2014, Sat (15)
Não conheço seu nome ou paradeiro, adivinho seu rastro e cheiro. Vou armado de dentes e coragem, vou morder sua carne selvagem. Varo a noite sem cochilar, aflito. Amanheço imitando o seu grito, me aproximo rondando a sua toca, e ao me ver, você me provoca. Você canta a sua agonia louca, água me borbulha na boca, minha presa rugindo sua raça, pernas se debatendo e o seu fervor. Hoje é o dia da graça, hoje é o dia da caça e do caçador. Eu me espicho no espaço feito um gato, nossos corpos rolando no mato, nossos corpos a se embolar no mangue, minhas garras abrindo seu sangue. Eu gemendo enquanto você me abraça, nossos corpos grudados de suor. De tocaia fico a espreitar a fera, logo dou-lhe o bote certeiro, já conheço seu dorso de gazela, cavalo brabo montado em pelo. Dominante, não se desembaraça, ofegante, é dona do seu senhor. Hoje é o dia da graça, hoje é o dia da caça e do caçador.
Chico Buarque.

19 May 2014, Mon (222)

19 May 2014, Mon (21764)
via a-rosa-do-chico
fonte a-rosa-do-chico
Morre de amor quem é capaz.
— Chico Buarque.

6 Apr 2014, Sun (4)
Anonymous: Finalmente, Luíza. Você faz falta...

Também sinto a minha falta.


6 Apr 2014, Sun (48)
Você sabe o que é ter um amor, meu senhor?

E por ele quase morrer e depois encontrá-lo em um braço, que nem um pedaço do seu pode ser?


19 Mar 2014, Wed (115)
Vem que eu te quero todo meu.
— Chico Buarque

18 Mar 2014, Tue (53)
Definitivamente:

todos os caras que conheço; barbudos, viciados em café e que fumam são todos solitários e poéticos.


18 Mar 2014, Tue (1)
Anonymous: QUE SAUDADE LUIZA LINDA!!!!

Ah, meu bem… A vida tem sido tão corrida, mas nunca esqueço daqui, de vocês. Chico é inesquecível. Sempre que posso, apareço… Enfim, desculpe a ausência.
Da próxima venha sem o anônimo, rs.


18 Mar 2014, Tue (98)
Será, que será?
O que não tem certeza nem nunca terá
O que não tem conserto nem nunca terá
O que não tem tamanho…
— Chico Buarque
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